O G1, portal de notícias da Globo.com, publicou em 28/12/2013 uma matéria com a seguinte chamada:
Embora o G1 tenha isenção entre seus princípios editoriais, isto não se reflete no artigo citado. Tendencioso, com erros de digitação e neologismos esdrúxulos, o artigo começou a se espalhar pela mídia no estilo copiar-e-colar (por exemplo, no UOL).
O G1 claramente utilizou informações deste blog sem citar a fonte, mesmo quando questionado. E parece estar ativamente tentando evitar qualquer tipo de esclarecimento dos fatos. Entre os comentários dos leitores do G1 vi uma citação a este blog, mas o comentário foi posteriormente removido. Fiz o teste: enviei alguns comentários, e todos que citavam este blog foram removidos. E todo comentário no qual informei que muitos dos 128 títulos podem não sair (se forem renovadas suas licenças), ou que nos últimos 30 dias entraram muito mais títulos no catálogo, também desapareceram...
Em um rápido levantamento, a Netflix trouxe quase 200 novidades para o seu catálogo neste mês de dezembro, incluindo também filmes clássicos e ganhadores de Oscar... e descobri ao menos 80 novidades que devem ficar disponíveis no próximo mês (embora o total seja provavelmente bem maior). Por que o G1 não divulga isto? E filmes em TV aberta, canais pagos e outros serviços de "streaming" também deixam de ficar disponíveis ao final da licença, mas nem por isso os jornais ficam publicando uma lista do que está para ser "removido" de qualquer canal...
Tive a duvidosa honra de ver meu trabalho servindo de base para um artigo em uma grande mídia estabelecida. Infelizmente o artigo é ardiloso, de baixa qualidade e capaz de citar Xuxa em o mistério de feiurinha na mesma sentença em que aparecem Na Natureza Selvagem, Onde os fracos não têm vez, Menina de ouro e Brilho eterno de uma mente sem lembranças! Para a Globo apelar tanto, deve realmente estar com medo do crescimento da Netflix...
Globo apela ao publicar matéria tendenciosa sobre a Netflix
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
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